domingo, 31 de janeiro de 2010
O mestre do novo milênio
Hoje, espera-se que você seja capaz de...
■ contextualizar os conteúdos e articulá-los nas diferentes disciplinas;
■ diversificar as atividades, utilizando novas metodologias, estratégias e materiais de apoio;
■ dominar tecnologias que facilitem a aprendizagem dos alunos;
■ acolher e respeitar a diversidade, utilizando-a para enriquecer as aulas;
■ gerir a classe e lidar com o imprevisto;
■ realizar uma auto-avaliação periódica, refletindo sobre a própria prática;
■ administrar seu desenvolvimento profissional criando planos de estudo e trabalho;
■ envolver-se nas questões da escola, desempenhando outras funções além das tradicionais de sala de aula;
■ estabelecer uma parceria constante com os pais e a comunidade;
■ organizar, analisar e selecionar as informações que recebe diariamente;
■ trabalhar em equipe com os outros professores;
■ enfrentar os dilemas éticos da profissão;
■ desenvolver projetos com a turma, tendo como ponto de partida a realidade local.
Fonte: Revista Escola, no. 142
sábado, 30 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
Pensamento do dia
Autor desconhecido
O maior bem que podemos fazer a alguém não é comunicar-lhe a nossa riqueza, mas revelar-lhe a sua.
O maior bem que podemos fazer a alguém não é comunicar-lhe a nossa riqueza, mas revelar-lhe a sua.
sábado, 16 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Pensamento do dia
O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Pensamento do dia
Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade.
A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Ser Educador
Tatiana dos Reis Silveira
Ser educador hoje é viver intensamente o seu tempo; conviver é ter consciência e sensibilidade. Não se pode imaginar um futuro para a humanidade sem educadores, assim como não se pode pensar num futuro sem poetas e filósofos. Os educadores, numa visão emancipadora, não só transformam a informação em conhecimento e em consciência crítica, mas também formam pessoas cidadãs.
Diante dos falsos pregadores da palavra, os educadores são os verdadeiros, "amantes da sabedoria"; os filósofos de que nos falava Sócrates. Eles fazem fluir o saber, porque constroem sentido para a vida das pessoas e para a humanidade e buscam juntos um mundo mais justo, mais produtivo e mais saudável para todos. Para Gadotti (2000), os educadores são imprescindíveis, sendo eles os verdadeiros construtores do processo de ensino-aprendizagem.
A aprendizagem é um processo que ocorre ao longo da vida, são momentos muitas vezes, de conflitos e divergências. Na visão de Jacques Delores (1998), vive-se hoje o chamado mundo globalizado que necessita, cada vez mais, de competências e habilidades, agilidade e sensibilidade, pressupostos de caráter humano que solicitam novos valores e critérios compatíveis com as mudanças da sociedade atual.
O educador é o responsável por estimular o prazer de compreender, descobrir, construir o conhecimento, curiosidade, autonomia e atenção no aluno. É preciso ensinar a pensar; a pensar a realidade e não apenas o "já dito" o "já feito", e só reproduzir o conhecimento.
Segundo Gadotti (2000), o conhecimento tem presença garantida em qualquer projeção que se faça no futuro, por isso, há o consenso de que o desenvolvimento de um país está condicionado à qualidade de sua educação.
A tarefa de educar, no entanto é delicada porque supõe, em princípio, amor, desprendimento, doçura, firmeza, paciência e decisão, além do domínio dos conteúdos e metodologias. Daí a necessidade da motivação, do encantamento; motivação que deve vir de dentro do próprio aluno, oportunizada pelos estímulos do professor.
Na visão de Freire (1996), o sentido de ensinar é fazer com que o ser humano veja novos padrões de vida, novas formas de perceber, ser, pensar e agir, e que vão auxiliar no uso do conhecimento, na resolução de problemas, construções de novos significados e pensamentos.
E para que o indivíduo tenha experiências intelectuais estimulantes e socialmente relevantes é preciso à mediação do professor com boa conduta e domínio dos conhecimentos que deve ensinar e dos meios para fazê-lo com eficácia. O educador deve saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção (FREIRE, 1996, p. 47).
Segundo Freire (1996), o educador deve ter liberdade e autoridade, e que a liberdade deve ser vivida em coerência com a autoridade na condução de suas aulas; não pode ser imparcial em suas atitudes, deve sempre mostrar o que pensa, apontando diferentes caminhos, evitando conclusões, para que o aluno procure o que acredita, com suas explicações, se responsabilizando pelas conseqüências e construindo assim sua autonomia.
Para Freire (1996), motivar e auto motivar-se, é de fundamental importância no processo de docência, é a busca não apenas do conhecimento teórico e prático através de capacitação e formação, mas da relação docente-discente, sendo esta peça fundamental para a formação e educação crítica dos cidadãos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DELORS, Jacques (coord.). Os Quatro Pilares da Educação. In: Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortezo, p. 89-102.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997, p. 43.
FURASTE, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o trabalho científico. 14 ed. Porto Alegre, 2006.
GADOTTI, M. Perspectivas Atuais da Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
LIBÂNEO, Jose Carlos. Didática e Prática Histórico-Social, São Paulo: Cortez, 2001.
LUCKESI, Cipriano. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo, Editora Cortez, 1997.
SNYDERS, G. A Alegria na Escola. São Paulo: Manole, 1988.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico. São Paulo: Libertad, 1999.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
O Decálogo do professor

1. Fale com os alunos
Nada há de tão agradável e animador quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de sorrisos amáveis e professores acessíveis.
2. Sorria para e com os alunos
Lembre-se de que acionamos 72 músculos para franzir a testa e apenas 14 para sorrir.
3. Chame os alunos pelo nome
A música mais suave para muitos ainda é ouvir seu próprio nome.
4. Seja amigo e prestativo
Se você quer ter a amizade do aluno, seja amigo dele.
5. Seja cordial com o aluno
Tudo o que você fizer, faça-o com prazer. Você receberá o mesmo tratamento que dispensar aos seus alunos.
6. Demonstre interesse sincero pelos alunos
Não reduza seu aluno a um simples nome no cartão de chamada, ou alguém que apenas relata atividades missionárias. Considere-o como pessoa.
7. Seja generoso em elogiar, cauteloso em criticar
Professores competentes elogiam, encorajam e elevam seus alunos. Professores medíocres apenas sabem criticar, intimidar e ameaçar o aluno
8. Saiba respeitar os sentimentos dos alunos
Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro lado e o lado de quem está certo. Quem disse que o professor está sempre com a razão?
9. Preocupe-se com a opinião dos seus alunos
Três comportamentos do professor de sucesso: sabe ouvir, sabe aprender e sabe admitir.
10. Procure apresentar um excelente serviço aos alunos
O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros. Portanto, colega: seja cem por cento profissional; na verdade: seja o melhor professor do mundo!
Fonte:
SUÁREZ, Adolfo Semo. Sou professor. E agora? Engenheiro Coelho, Gráfica Lagoa Bonita, segunda edição, 2004, páginas 34 e 35
Nada há de tão agradável e animador quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de sorrisos amáveis e professores acessíveis.
2. Sorria para e com os alunos
Lembre-se de que acionamos 72 músculos para franzir a testa e apenas 14 para sorrir.
3. Chame os alunos pelo nome
A música mais suave para muitos ainda é ouvir seu próprio nome.
4. Seja amigo e prestativo
Se você quer ter a amizade do aluno, seja amigo dele.
5. Seja cordial com o aluno
Tudo o que você fizer, faça-o com prazer. Você receberá o mesmo tratamento que dispensar aos seus alunos.
6. Demonstre interesse sincero pelos alunos
Não reduza seu aluno a um simples nome no cartão de chamada, ou alguém que apenas relata atividades missionárias. Considere-o como pessoa.
7. Seja generoso em elogiar, cauteloso em criticar
Professores competentes elogiam, encorajam e elevam seus alunos. Professores medíocres apenas sabem criticar, intimidar e ameaçar o aluno
8. Saiba respeitar os sentimentos dos alunos
Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro lado e o lado de quem está certo. Quem disse que o professor está sempre com a razão?
9. Preocupe-se com a opinião dos seus alunos
Três comportamentos do professor de sucesso: sabe ouvir, sabe aprender e sabe admitir.
10. Procure apresentar um excelente serviço aos alunos
O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros. Portanto, colega: seja cem por cento profissional; na verdade: seja o melhor professor do mundo!
Fonte:
SUÁREZ, Adolfo Semo. Sou professor. E agora? Engenheiro Coelho, Gráfica Lagoa Bonita, segunda edição, 2004, páginas 34 e 35
Assinar:
Comentários (Atom)








